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O capital saiu dos EUA? O avanço silencioso dos…
Depois de anos concentrado nos Estados Unidos, especialmente nas gigantes de tecnologia e nos títulos do Tesouro americano, o fluxo global de capital começou a mudar de direção em 2026. Aos poucos, investidores internacionais passaram a aumentar exposição em mercados emergentes, movimento que vem sustentando bolsas, moedas e ativos de risco em países como Brasil, Índia, Coreia do Sul e Taiwan.
Esse processo não acontece por acaso. Ele é resultado de uma combinação rara entre dólar menos dominante, valuations descontados, juros elevados em emergentes, perspectiva de cortes monetários globais e, sobretudo, necessidade de diversificação internacional. Além disso, a própria concentração excessiva do capital global nos EUA nos últimos anos passou a gerar desconforto em grandes gestoras internacionais.
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